A partir dos capítulos Um sujeito ecológico em formação e Uma história social das relações com a
natureza e O educador ambiental e as leituras da natureza do livro Educação
ambiental: a formação do sujeito ecológico pudemos aprofundar nossos
conhecimentos acerca da educação ambiental na contemporaneidade. Notamos que a
conceituação latente nos dias de hoje a respeito da importância do meio
ambiente para a vida saudável, tão difundida no século XXI é consequência de um
movimento oriundo da visão de, entre outros filósofos, Rousseau onde no século
XVIII difundiu a ideia da natureza em seu estado puro era benéfica ao homem.
Essa ideologia era renegada no advento da revolução industrial em que as terras
inapropriadas para o cultivo eram condenas, a cidade era o lugar de
florescimento em contrapartida com o atraso arraigado a vida rural.
A industrialização trouxe muito
avanços para o Mundo, principalmente para a Inglaterra no século XVIII, no entanto
trouxe também vários males como a concentração desorientada de espaços urbanos
causando com isso a propagação de doenças físicas e psíquicas da população fabril
porque a rotina de trabalho ligada as condições inexistentes de execução dele
eram muitos distintas da que eles, camponeses recém-chegados a fábricas se
deparavam, com isso segundo informações do livro houve um percentual grande de suicídios
oriundos da relação dos trabalhadores com as exigências das linhas de produção
das fábricas.
É interessante destacarmos que nessa
época, século XVIII “a experiência urbana condensava violência social e
degradação ambiental” sendo essas ações segunda a ideologia propaganda nesse
período normais para se ter um desenvolvimento econômico. Essa questão pode ser
bem criticada na atualidade, mas não podemos ser utópicos ao ponto de
acreditarmos que esse discurso ideológico é inexistente no século XXI, há sim
muitas fábricas que ainda exploram a mão de obras de seus funcionários e degradam
o meio ambiente sem uma política de sustentabilidade. A própria mão de obra dos
trabalhadores oriundos de regiões economicamente mais castigadas é usada para
abaixar os custos de fábricas do grande centro fabril do Brasil, por exemplo.
Há um discurso que não corresponde a realidade, uma vez que para atender
normais regulamentativas as empresas se resguardam, principalmente diante de
visitas de vistorias, mas no dia a dia continuam contaminando rios, e o ar para
citar somente alguns pontos de contaminação.
Com relação à formação do sujeito
ecológico sua faceta pode está ligada a três aspectos distintos, sendo a de
gestão social a que mais se defende na atualidade, uma que vez estamos imersos
em tempos de produção, sobretudo porque estamos na era política do
neoliberalismo onde os mercados romperam barreiras e com isso a produção não
pode ser diminuta em detrimento a conservação dos meios naturais. Desse modo, a
faceta do sujeito ambiental ligada à gestão caracteriza-se por preservar o
desenvolvimento de forma sustentável.
Salienta-se também que a educação
ambiental nos dias atuais é um ponto no qual as comunidades trucidadas pelas
políticas internacionais de comercio e gerenciamento político agrupa grupos com
um fim em comum, pois é uma esfera na qual as mudanças se tornam mais palpáveis
para cada individuo membro de uma comunidade macro.
Diante desses pontos destacados,
saímos mais convictos que a educação ambiental possui uma importância
fundamental para as comunidades, uma vez que propõe a formação de um sujeito
ecológico que saiba se interligar ao desenvolvimento, mas que saiba também
respeitar o ambiente do qual ele é parte integrante é importantíssimo. Entendemos
também que houve um percusso histórico no qual a construção desse sujeito ecológico
se pauta, uma vez que ele também é colocado sob um foco protagonista na discussão
sobre o meio ambiente. Nessa perspectiva, o homem deve ser respeitado da mesma
forma que se deseja respeitar o ambiente naturalista.
Alunos:
Lázaro Eduardo Leal, Átila, Marjorie, Idelson, Dayane Maria.

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