segunda-feira, 7 de outubro de 2013

“A educação vem de berço”


Apesar de existirem relatos isolados sobre a preocupação com meio ambiente, a consciência ambiental surgiu paralelamente ao aumento na degradação causada pelo homem. Então já se entende que o que existe não é uma preocupação e sim uma consciência das consequências dos nossos próprios atos.
Entendemos que diversas medidas teóricas foram tomadas. Livros foram escritos. Mas a real consciência ambiental ainda é uma utopia. Muito foi dito sobre o uso de produtos fitossanitários de forma indiscriminada, muito foi discutido sobre a pobreza, a degradação ambiental, o descaso com os resíduos gerados pelas cidades, a busca por igualdade de raças e gêne
ros, porém a consciência ambiental não é algo que se instala, uma lei que a ser sancionada, infelizmente a preocupação com o mundo em que vivemos e que deixaremos para as próximas gerações não pode ser imposta, deve ser sentida, vivida.
Grades escritores e pensadores, cientistas, políticos se reúnem desde 1968, no Clube de Roma, para debater sobre o futuro da humanidade, sua preocupação com a pobreza, o aumento populacional e a deterioração ambiental, e ainda nos dias de hoje o que vemos são debates, reuniões entre países para traçar metas, tabular dados sobre o que ainda não devastamos e como podemos preservar o que nos resta.
É notável que o desenvolvimento de uma pauta que nos guie a respeito da educação ambiental é importante, mas estamos fazendo isso há mais de 40 anos. De nada adianta leis com brechas, normas que podem ser quebradas.
Desde 1975 no Encontro de Belgrado sabe-se que a principal meta da Educação ambiental é formar uma população consciente e preocupada com o meio ambiente e com os problemas associados a isto.
No Brasil, existe uma lei específica que trata da educação ambiental, que dispõe sobre esta, instituindo a política nacional de educação ambiental. Existem varias estruturas globais para a educação ambiental, com o objetivo de buscar soluções para os problemas ambientais existentes de forma a prevenir de problemas futuros.

Outra questão a pensar é sobre sustentabilidade, buscando alternativas que possam suprir as necessidades atuais dos seres humanos de forma que não venha a comprometer as gerações futuras, usando recursos naturais de maneira eficiente e racional. Desta forma, todos devem ter consciência dos problemas presentes e começar por pequenas mudanças em casa, até medidas governamentais que visem uma solução melhor para estes problemas.




Discentes:
Eula Abreu
Gustavo Justino
Janaina Prado
Jean Michell
Lillian Cristinne
Thaís Telles

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