Apesar de existirem relatos
isolados sobre a preocupação com meio ambiente, a consciência ambiental surgiu
paralelamente ao aumento na degradação causada pelo homem. Então já se entende
que o que existe não é uma preocupação e sim uma consciência das consequências
dos nossos próprios atos.
Entendemos que diversas medidas
teóricas foram tomadas. Livros foram escritos. Mas a real consciência ambiental
ainda é uma utopia. Muito foi dito sobre o uso de produtos fitossanitários de
forma indiscriminada, muito foi discutido sobre a pobreza, a degradação
ambiental, o descaso com os resíduos gerados pelas cidades, a busca por
igualdade de raças e gêne
ros, porém a consciência ambiental não é algo que se instala,
uma lei que a ser sancionada, infelizmente a preocupação com o mundo em que
vivemos e que deixaremos para as próximas gerações não pode ser imposta, deve
ser sentida, vivida.
Grades escritores e pensadores,
cientistas, políticos se reúnem desde 1968, no Clube de Roma, para debater
sobre o futuro da humanidade, sua preocupação com a pobreza, o aumento
populacional e a deterioração ambiental, e ainda nos dias de hoje o que vemos
são debates, reuniões entre países para traçar metas, tabular dados sobre o que
ainda não devastamos e como podemos preservar o que nos resta.
É notável que o desenvolvimento
de uma pauta que nos guie a respeito da educação ambiental é importante, mas
estamos fazendo isso há mais de 40 anos. De nada adianta leis com brechas,
normas que podem ser quebradas.
Desde 1975 no Encontro de Belgrado
sabe-se que a principal meta da Educação ambiental é formar uma população
consciente e preocupada com o meio ambiente e com os problemas associados a
isto.
No Brasil, existe uma lei
específica que trata da educação ambiental, que dispõe sobre esta, instituindo
a política nacional de educação ambiental. Existem varias estruturas globais
para a educação ambiental, com o objetivo de buscar soluções para os problemas
ambientais existentes de forma a prevenir de problemas futuros.
Outra questão a pensar é sobre
sustentabilidade, buscando alternativas que possam suprir as necessidades
atuais dos seres humanos de forma que não venha a comprometer as gerações
futuras, usando recursos naturais de maneira eficiente e racional. Desta forma,
todos devem ter consciência dos problemas presentes e começar por pequenas mudanças
em casa, até medidas governamentais que visem uma solução melhor para estes
problemas.
Discentes:
Eula Abreu
Gustavo Justino
Janaina Prado
Jean Michell
Lillian Cristinne
Thaís Telles
Discentes:
Eula Abreu
Gustavo Justino
Janaina Prado
Jean Michell
Lillian Cristinne
Thaís Telles

Nenhum comentário:
Postar um comentário